| Impressões Cinéfilas |
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Blog para os pensamentos e idéias do jornalista Marcelo Miranda (residente em Juiz de Fora - MG) sobre filmes e cinema em geral. |
Quinta-feira, Abril 20, 2006
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02:05
by MARCELO MIRANDA E agora uma pequena celebração: entrou em cartaz por aqui um dos prováveis melhores filmes do ano: O novo mundo, do lendário Terrence Malick. Não vi e já gostei. Afinal, como bem disse o outro colega, Paulo Ricardo de Almeida, Malick nunca nos decepcionou antes.
Terça-feira, Abril 18, 2006
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01:39
by MARCELO MIRANDA Terça-feira, Abril 11, 2006
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02:36
by MARCELO MIRANDA
Triste, belo e melancólico filme de Tommy Lee Jones, em que o próprio brilha na atuação e na direção, amparado pelo roteiro redondo e esperto de Guillermo Arriaga. Premissa distantamente semelhante ao primeiro longa de Sam Peckinpah, Parceiros da morte; desenvolvimento lento, porém jamais arrastado e sempre envolvente; respeito e humanidade para com cada personagem, em especial o personagem-título, símbolo de amizade numa terra fria e sem laços fraternos, onde só mesmo o estrangeiro pode trazer alguma alegria de viver - e não por menos, ele não vai sobreviver nesse universo por muito tempo. Filme definitivamente faz nascer no cinema contemporâneo um outro tipo de western: mais reflexivo, contemplativo, em que batalhas entre pistoleiros dão lugar ao conflito pessoal e sentimental e as imensas paisagens desérticas refletem o também deserto interior de quem por ali transita. O filme de Lee Jones, junto com com A proposta, de John Hillcoat, e mesmo o incensado O segredo de Brokeback Mountain, de Ang Lee, deixa a sensação de que a fase pós-Os imperdoáveis finalmente ganhou realizações de nível, numa literal pós-modernidade desse gênero que insiste em não nos abandonar. Que venham mais e mais. A previsão é de que Três enterros deva estrear no Brasil ainda em abril. PS: quem sabe agora o mundo abre os olhos para o talento desse rosto mais desconhecido do cinema americano que é Barry Pepper. Sempre simpatizei com esse rapaz de 36 anos, eficiente em cada uma de suas interpretações, com aquela cara de homem comum e expressividade intensa e sofrida. Aqui, ele passa pela penitência de ter cometido um erro e está num momento-ápice de sua carreira discreta, coroada por êxitos ao lado de gente do cacife de Spike Lee, Steven Spielberg, agora Tommy Lee Jones e, em breve, Clint Eastwood. Quarta-feira, Abril 05, 2006
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19:09
by MARCELO MIRANDA Segunda-feira, Abril 03, 2006
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17:57
by MARCELO MIRANDA
E claro....
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